quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

love it

E, como já devem ter reparado, a manequim escolhida este mês pela Vogue Portugal foi, novamente, a portuguesa Sara Sampaio.
Para mim, a melhor capa dos últimos tempos (mesmo melhor do que a de Novembro, também com ela).
Talvez seja por amar incodicionalmente a Primavera, mas acho mesmo que está fabulosa.

Saldos Parfois

Já vos tinha dito que isto de não se pagar portes de envio a partir de cinco euros era a loucura. E é mesmo. Mas, para animar ainda mais isto (ai, pobres carteiras), a Parfois tem saldos absolutamente fabulosos. Fabulosos mesmo, não são só aquelas promoções de dois três euros, são coisas que valem a pena. E depois também não são grandes saldos naquelas coisas que ninguém gosta, são saldos em peças liiiindas que só elas.
Mas, para nos deixarmos de blá blá blá e poderem constatar que vale mesmo a pena, aqui ficam algumas sugestões (e é só no ramo das malas, que toda a Parfois é uma perdição).














terça-feira, 10 de janeiro de 2012

conversas de miúdas

*Já te disse que não te falo desde Sexta-feira;
(...)
*Eu nem era para falar para ti, porque não te falo desde Sexta, só estou a falar porque estás a falar comigo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

menos, meninas

Porque é que as 'piquenas andam com calções tão curtos, tão curtos, mas tão curtos, que se notam aquela espécie de costuras das meias?

domingo, 8 de janeiro de 2012

quero, quero, quero!

vou só ali chorar um bocadinho

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade