sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ana Moura no programa do Jô

Gosto de fado, gosto da Ana Moura e gosto ainda mais quando levam algo que é tão nosso lá para fora.



É verdade, já foram ver a petição para tornar o fado a Património da Humanidade? :)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ricardo Araújo Pereira - Crónica Visão

Aqueles bonecos azuis

O tempo, esse grande escultor, bem podia estar quieto. Que esculpa o que está informe ainda se admite, mas que se ponha a cinzelar o que já havia sido esculpido parece exagero. Nada do que conhecemos na infância persiste. A casa onde crescemos parece muito mais pequena se a visitamos agora. Certos refrigerantes são hoje indiscerníveis de WC Pato. Acertar com uma peça de fruta demasiado madura na testa de um idoso vai deixando de ter graça à medida a que vamos ficando idosos. São as mais lindas memórias da meninice que vão perdendo o sentido e o sabor. Eu, que fico aborrecido se me mudam de sítio as chaves do carro, gostaria que o tempo fizesse o favor de parar de me mexer na infância.
Quando não é o tempo são as multinacionais. Que, em geral, são um pouco mais poderosas que o tempo. Uma delas resolveu agora decretar que os bonecos a que sempre chamámos estrumpfes passem a chamar-se smurfs. Eu não sei se uma rosa teria igual beleza e o mesmo cheiro se não se chamasse rosa, mas tenho a certeza de que os estrumpfes são menos estrumpfes se se chamarem smurfs. A multinacional argumenta que quis uniformizar o nome dos bonecos dentro de cada língua. No Brasil eram smurfs, cá eram estrumpfes. Para que a multinacional não tenha de gastar dinheiro a mudar o rótulo dos produtos que manda para ambos os países, foi tudo corrido a smurfs. É uma espécie de acordo ortográfico especificamente aplicado aos estrumpfes. Um acordo estrumpfáfico.
Uma injustiça e um escândalo, digo eu. Os proprietários dos estrumpfes pensaram que, em tempos de crise económico-financeira, a sua decisão passaria em claro, mas enganaram-se: eu nunca deixei que o essencial me desviasse a atenção daquilo que é verdadeiramente acessório. E milhares de pessoas que, tal como eu, têm pouco que fazer, não deixarão de fazer ouvir a sua indignação. A mesma multinacional que nos impede de chamar estrumpfes a uns bonecos cujo nome original se assemelha imenso a estrumpfes, permite que os espanhóis continuem a dar-lhes a ignóbil designação de pitufos. Pitufos, notem bem! Mais: na Catalunha, os pitufos chamam-se barrufets. Barrufets! Os estrumpfes, que são obrigados a ter o mesmo nome em Portugal e no Brasil, em Espanha podem ter dois nomes diferentes. E nomes tão estúpidos como pitufos e barrufets. Não, multinacionais: não me vergarão. Nem vocês nem o tempo. Os estrumpfes serão sempre estrupmfes! E o Capri Sonne não sabe a abrasivo sanitário de eficácia comprovada na remoção do calcário da sanita. Aquilo é laranja. Laranja!

in Visão

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Leituras

Eu sei que já devia ter falado dos livros do passatempo Marés Vivas, da Editorial Presença, mas pelo meio meteu-se Gabriel García Márquez, Vargas Llosa e outros que tais.

A Índia no Século XXI

Acho que o livro é fantástico para quem quiser fazer um trabalho sobre a Índia, ou estiver mesmo interessado em conhecer o país até ao mais ínfimo pormenor, mas para uma leitura de Verão, daquelas que gostamos de trazer na mala.



O Aloendro Branco

Eu confesso, desisti dele. Isto porque a pontuação me começou a enervar logo na segunda página. Sei que é parvo da minha parte, mas pode ser que lhe dê mais uma oportunidade, pode ser...


E para deixar aqui um livrito dito mais soft, sem vir com Gabriel García Márquez e Vargas Llosa que exigem mais (se bem que se optarem por o Crónica de uma Morte Anunciada, do GGM também despacham aquilo num instantinho), fico uma sugestão da Luísa Castel-Branco. Foi um amigo que me recomendou e fiquei de pé atrás com ele. Não é um livro digno de um nobel, mas até tem a sua graça.
Basicamente, é a história de um grupo de amigos, que vão passar um fim-de-semana juntos e que acabam por descobrir segredos uns dos outros, coisas que para eles eram inpensáveis. No meio disto, aparece uma mulher misteriosa (não tão misteriosa como a Kate/Cathy/Catherine do A Leste do Paraíso de John Steinbeck, mas eu lembrei-me logo dela, porque este é um dos meus livros preferidos e sou completamente fã do Steinbeck).

Não Digas a Ninguém
Não existem segredos inconfessáveis nem perdões impossíveis.

Boas leituras!!


domingo, 21 de agosto de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Estrunfes/ Os Smurfs - o filme


(Em espanhol são Pitufos).
Ora então estas coisinhas fofas azuis, já estão nas salas de cinema e é muito divertido. Os pequenos vão parar a Manhattan, aparece por lá o Tim Gunn e vale a pena ir ver porque é uma hora e meia (mais coisa, menos coisa) bem passada, divertida e boa para uma noite de Verão.
Também já está no torrent, pelo menos em espanhol. Por isso, só bons motivos para verem ou reverem os Estrunfes, Smurfs, Pitufos.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Oscar de la Renta, Resort 2012

Quem quer ver a nova colecção do Oscar de la Renta, quem quem quem?









Vestido usado pela Sarah Jessica Parker, na Vogue